Blog do Quinca

sexta-feira, 30 de março de 2012

“Que a saúde se difunda sobre a terra!” (CF 2012)

 

Seguindo o lema da Campanha da Fraternidade, este texto é de uma riqueza fantástica. Espero que gostem do texto…

 

Quando a boca cala... O corpo grita!

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionista fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.

O câncer mata quando não se perdoa e/ou se cansa de viver.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas de equívocos, existem semáforos chamados amigos, luzes de precaução chamadas família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada decisão, um potente motor chamado amor, um bom seguro chamado , abundante combustível chamado paciência,

Mas principalmente um maravilhoso condutor chamado Deus!

(Autor Desconhecido)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

BOAS FESTAS…

NatalÉ no finito das coisas que vejo o infinito da vida... Na simplicidade da vida que encontro respostas para aquilo que ficou sem entendimento... Na amplitude de meus erros é que encontro acertos que compensam toda forma de sofrimento passível de existência. Mais um ano chega ao fim, simples como se fosse apenas mais um dia, mas com erros e acertos que me fazem sorrir ao cair da tarde.


O natal é um evento singelo na sua concepção, mas extremamente expressivo quando se fala na importância de sua celebração. É o aniversário mais esperado do ano, a festa mais badalada, o concerto mais sensível... É a valsa mais querida entre todos os outros 364 ou 365 dias do ano. É Cristo o dono desse glamour, e é ele o responsável por todo frenesie que vivemos em tempos de festas natalinas, mesmo que poucos se lembrem da real celebração desta data.


Que o natal possa ser referência para a conquista de novos anos ainda melhores, mas vistosos, justos e vitoriosos. Que a luz do Natal possa nos lembrar da verdadeira luz, além de convergir a todos para os caminhos do bem e da justiça.
Que este ano novo seja de verdade e para a verdade que esse mundo necessita. Que nossas conquistas sejam merecidas e que o suor do trabalho se torne nosso banho da vitória. Que as dores e o cansaço das batalhas sejam suficientes para nos mostrar o quão difícil é ser justo e honesto, e que a satisfação do descanso pós-fadiga nos mostre o quanto valeu a pena ser bom.
An novo


Que neste natal possamos ser melhores, já que Cristo nasce em nós e que em 2012 nossos sonhos se realizem e que nossas batalhas não terminem, pois belo e interessante não é o destino, mas sim a caminhada!!!


São os votos do amigo de hoje, de ontem e de sempre, de perto ou de longe, mas sempre presente! Grande abraço!!!


QUINCA

domingo, 27 de novembro de 2011

O HOMEM POR TRÁS DO MENINO...

Chega um dia em que olhamos para trás e descobrimos que tudo foi bem pouco e que o pouco foi praticamente nada. É como se tudo o que realizamos significasse bem menos do que todo o valor que dedicamos a isso. É como se muito do que fizemos tivesse ficado inacabado, sem solução ou sem um fim. É como se todas as noites não tivessem terminado. Como se não houvesse alvorada...

Sem ter certeza de que a verdade era realmente certa, e ainda desconfiado de que o erro na verdade não existisse, tentei conter-me... Em vão, sem teogonia e sem um mísero vestígio de que um dia eu estivesse certo. Sem sinal algum de que minha verdade era correta, já que o erro sempre havia me perseguido.

Num único suspiro me encontrei quando ainda não havia me perdido. Estava eu desnudo de maldades, ao revés do acaso e numa época que em nada me era familiar. Era eu, quando somente eu era suficiente. Um menino vadio, sem um trocado sequer. Sem a malícia que mais tarde me faria companhia... Sem o medo que um dia tomaria conta de mim.

Os únicos atos que reconheci foram aqueles que me atormentam até hoje... E como se nada mais importasse, nem mesmo a felicidade, o universo me tomou pelos braços e me colocou de fronte a tudo e a todos. Cada sorriso extraído sem responsabilidade, cada lágrima arrancada sem merecimento e todos os sonhos mumificados pelo olhar imaturo de um parvo sem consciência... Tudo isso conduzia minha alma a um arrependimento voraz, sincero, tímido e retraído. Era como se o pedido de perdão saísse mudo de minha boca, mesmo que meu espírito gritasse dentro de mim...

Chega um dia... Um dia após o anterior! Acordo. Sem jeito, sem graça e ainda cansado da epifania recebida tento solidificar o que minha alma gritou incessante. Em vão novamente me aquieto. Sou pequeno demais... Covarde demais... Então eu volto a dormir!


Americana, 28 de Novembro de 2011.

QUINCA

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Um pouco "de Eu"...

 
Um pouco mais de mim, e eu seria nada... Nada mal pensar assim, já que tanto faz ser escudo ou ser espada, ser partida ou ser chegada, ser tudo quando tudo é nada. A essência das coisas somente nos muda por dentro, como se dentro não houvesse nada. Real é saber quem sou eu, ainda que isso não leve a nada.


Um pouco mais de mim e eu seria nada do que eu era antes. O mundo é um pedaço de pano que jogado ao vento segue sua trajetória. Indiscutível a necessidade nossa de ser mais... Mas o quê? Ser mais que os outros não é necessariamente ser mais. Às vezes, a comparação com o mundo pode ser menos, muito menos do que eu realmente posso. Quando se trata de nós o “eu” é sem razão...


Um pouco mais de nada e eu seria eu! Seria a mesma causa, o mesmo desatino acelerado em forma de limbo. Ainda que o Olimpo fosse certo, é certo que não haveria um manto limpo, que cobrisse com alvura nossas incertezas. Não quero Glórias incertas ou certas inglórias. Eu quero um pedaço de mim que me faz eu. Eu quero  aquilo que não se espera de ninguém...


Um pouco de mais e mais nada seria eu. Tanto pra tão pouco, e o que espero não virá a cavalo, nem tampouco de metrô. Espero a vida que só se inicia na caminhada, pois felicidade é vida. Quem sabe assim o "Eu" se espelha em mim... Pois aí o outro continuará sendo um terceiro.