Gostaria de divulgar, pois achei de extrema relevância...
Irá ocorrer em Piracicaba um ciclo de palestras voltados para área de crédito, com palestras sobre vendas, análise para os segmentos de veículos, imobiliárias, factorings e atacadistas, Conceitos de Análise de Crédito e sobre Credit Scoring.
Aqueles que tiverem interesse basta se inscreverem por telefone. Divulguem para as áreas de crédito e cobrança da empresa de vocês.
Sempre me fiz mudo quando palavras eram desnecessárias... Descobri devagar que o desejo sem vontade não passa de uma opção, quase sempre descartável! Foi por medo de me perder que acabei me esquecendo, e por medo do fracasso que esqueci de me preparar para ele. Alguns detalhes pareciam sóbrios demais para serem detalhes, ao ponto em que o essencial se mostrava menos exigente. Foi tentando inventar uma vida que perdi o sentido da minha, ora perdida, ora presente demais para ser apenas um devaneio insano.
Perdido dentro da sobra... Aquela, que nos permeia do nascer ao por do sol... Que nos contorna quando somos apenas efeito sintético de uma sucessão de coisas. A sombra que vê de dentro pra fora, não tem cor, mas tem vontade. A vontade que vomitamos sem abrir a boca! A vontade que assombra até o mais decente dos sensatos... Vontade essa que não nasceu hoje, nem ontem... A vontade que habita em nós e não tem nome, nem mesmo um nome desconhecido.
Vejo ao fim de uma serra, o vale em que certa vez me vi perdido! O sagrado lugar em que me perdi para me reencontrar. Era o revés de um tempo em que eu era mais, ainda que mais não existisse. Era redundante me prender novamente, principalmente pelo medo de me ver livre! Volto antes... Sem fôlego e ainda sem calma me pergunto: Seria mesmo a vida a razão do desejo sem nome? Seria mesmo verdade que a vontade por trás da vida pudesse manipular o desejo por trás dos sonhos? Num segundo mudo, me vejo diante de um velho dilema... Falar ou não falar, eis minha perdição!
Agora entendo o poder da vida diante dos sonhos... Agora entendo a fraqueza do ser confrontado pelo teatro sagrado em que ele se apresenta. Cansado de buscar motivos para a vontade de um desejo, repouso meus sonhos num leito vazio, até que eu consiga preencher esse espaço!
"Amor é algo assim, sei lá! Amor é... É simples, mas não sei explicar." - Quinca
Sabe aquele momento em que você olha pra trás e percebe que faltou alguma coisa? Quando olha pra frente e não imagina a caminhada sem uma peça importante do presente? O ser humano é dependente de sentimentos... Do mais vil ao mais probo dos homens, sentir além do ver é essencial. De qualquer forma, não existe sentimento mais nobre que aquele que devotamos a uma pessoa ao passo em que recebemos dela o mesmo gesto...
Quando encontramos alguém assim nosso mundo se transforma e descobrimos que conhecer alguém capaz de mudar sua vida é algo raro, mas quando acontece passa a ser rara a possibilidade de viver sem ela... É quase uma redenção se ver envolvido por alguém capaz de transformar sua vida. Não existe, porém, uma receita mágica para se apaixonar, mas se existisse, certamente conteria uma colher de desejo, uma pitada de pimenta e muito respeito...
Amar alguém é algo raro, é uma coisa que algumas pessoas sequer chegam a conhecer. Talvez só consigamos descobrir que foi amor quando estivermos de partida. Talvez tenhamos aprendido de forma errada o sentido do amor, já que aprendemos que terá fim, que irá até que a morte nos separe... Acredito que o amor é algo que vai além de fronteiras, tanto que chega a ir além de nosso entendimento...
Como saber então se é amor? Acredito que o desapego a essa simples pergunta já seja uma bela resposta... Quando estamos ao lado da pessoa amada meros conceitos são dispensáveis. Qualquer coisa que tente explicar o amor se torna fútil, redundante e incoerente. O amor é algo que nasce em nós ao passo que nasce na outra pessoa, é tempo, é saudade, é desejo, vontade, simples, duradouro, inocente, verd......
Bom, acho que tentar explicar é algo contagioso... A verdade é que não sei dizer o que o é o amor, nem mesmo o que é amar. Mas sei que é muito bom! Sei que amar é amável...
Falar em público é uma das atribuições mais importantes de todo profissional,
seja para apresentar um projeto, vender uma ideia e participar de uma reunião.
Mas, falar em público, ainda é uma tarefa que inspira medo em muitos e
que pode ser um fator decisivo para o sucesso de uma pessoa.
A palestra
será com o Prof. Edmar Lucas da Cognus Treinamento - SP. Professor de oratória
há 16 anos, trainner, palestrante e consultor de sistemas informatizados.
O Foto Yamashita e a Cognus Treinamento realiza no dia 14 de abril no
auditório verde do campus Maria Auxiliadora uma palestra que tratá técnicas de
oratória para melhorar sua comunicação e o ajudará a apresentar com fluência os
seminários da faculdade ou se destacar no seu trabalho.
A palestra é
gratuita e as vagas são limitadas. Inscrições pelo site do UNISAL -
Eventos.
"Se
você quer participar de uma aula gratuita, melhorar sua comunicação e se
apresentar com fluência nos seminários da faculdade ou quer se destacar no seu
trabalho, junte-se a nós nesta aula “Como Falar em Público”!
UNISAL
- Campus Maria Auxiliadora (Auditório Verde)
Seguindo o lema da Campanha da Fraternidade, este texto é de uma riqueza fantástica. Espero que gostem do texto…
Quando a boca cala... O corpo grita!
A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionista fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou se cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas de equívocos, existem semáforos chamados amigos, luzes de precaução chamadas família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada decisão, um potente motor chamado amor, um bom seguro chamado fé, abundante combustível chamado paciência,
Mas principalmente um maravilhoso condutor chamado Deus!
É no finito das coisas que vejo o infinito da vida... Na simplicidade da vida que encontro respostas para aquilo que ficou sem entendimento... Na amplitude de meus erros é que encontro acertos que compensam toda forma de sofrimento passível de existência. Mais um ano chega ao fim, simples como se fosse apenas mais um dia, mas com erros e acertos que me fazem sorrir ao cair da tarde.
O natal é um evento singelo na sua concepção, mas extremamente expressivo quando se fala na importância de sua celebração. É o aniversário mais esperado do ano, a festa mais badalada, o concerto mais sensível... É a valsa mais querida entre todos os outros 364 ou 365 dias do ano. É Cristo o dono desse glamour, e é ele o responsável por todo frenesie que vivemos em tempos de festas natalinas, mesmo que poucos se lembrem da real celebração desta data.
Que o natal possa ser referência para a conquista de novos anos ainda melhores, mas vistosos, justos e vitoriosos. Que a luz do Natal possa nos lembrar da verdadeira luz, além de convergir a todos para os caminhos do bem e da justiça. Que este ano novo seja de verdade e para a verdade que esse mundo necessita. Que nossas conquistas sejam merecidas e que o suor do trabalho se torne nosso banho da vitória. Que as dores e o cansaço das batalhas sejam suficientes para nos mostrar o quão difícil é ser justo e honesto, e que a satisfação do descanso pós-fadiga nos mostre o quanto valeu a pena ser bom.
Que neste natal possamos ser melhores, já que Cristo nasce em nós e que em 2012 nossos sonhos se realizem e que nossas batalhas não terminem, pois belo e interessante não é o destino, mas sim a caminhada!!!
São os votos do amigo de hoje, de ontem e de sempre, de perto ou de longe, mas sempre presente! Grande abraço!!!
Chega um dia em que olhamos para trás e descobrimos que tudo foi bem pouco e que o pouco foi praticamente nada. É como se tudo o que realizamos significasse bem menos do que todo o valor que dedicamos a isso. É como se muito do que fizemos tivesse ficado inacabado, sem solução ou sem um fim. É como se todas as noites não tivessem terminado. Como se não houvesse alvorada...
Sem ter certeza de que a verdade era realmente certa, e ainda desconfiado de que o erro na verdade não existisse, tentei conter-me... Em vão, sem teogonia e sem um mísero vestígio de que um dia eu estivesse certo. Sem sinal algum de que minha verdade era correta, já que o erro sempre havia me perseguido.
Num único suspiro me encontrei quando ainda não havia me perdido. Estava eu desnudo de maldades, ao revés do acaso e numa época que em nada me era familiar. Era eu, quando somente eu era suficiente. Um menino vadio, sem um trocado sequer. Sem a malícia que mais tarde me faria companhia... Sem o medo que um dia tomaria conta de mim.
Os únicos atos que reconheci foram aqueles que me atormentam até hoje... E como se nada mais importasse, nem mesmo a felicidade, o universo me tomou pelos braços e me colocou de fronte a tudo e a todos. Cada sorriso extraído sem responsabilidade, cada lágrima arrancada sem merecimento e todos os sonhos mumificados pelo olhar imaturo de um parvo sem consciência... Tudo isso conduzia minha alma a um arrependimento voraz, sincero, tímido e retraído. Era como se o pedido de perdão saísse mudo de minha boca, mesmo que meu espírito gritasse dentro de mim...
Chega um dia... Um dia após o anterior! Acordo. Sem jeito, sem graça e ainda cansado da epifania recebida tento solidificar o que minha alma gritou incessante. Em vão novamente me aquieto. Sou pequeno demais... Covarde demais... Então eu volto a dormir!
Um pouco mais de mim, e eu seria nada... Nada mal pensar assim, já que tanto faz ser escudo ou ser espada, ser partida ou ser chegada, ser tudo quando tudo é nada. A essência das coisas somente nos muda por dentro, como se dentro não houvesse nada. Real é saber quem sou eu, ainda que isso não leve a nada.
Um pouco mais de mim e eu seria nada do que eu era antes. O mundo é um pedaço de pano que jogado ao vento segue sua trajetória. Indiscutível a necessidade nossa de ser mais... Mas o quê? Ser mais que os outros não é necessariamente ser mais. Às vezes, a comparação com o mundo pode ser menos, muito menos do que eu realmente posso. Quando se trata de nós o “eu” é sem razão...
Um pouco mais de nada e eu seria eu! Seria a mesma causa, o mesmo desatino acelerado em forma de limbo. Ainda que o Olimpo fosse certo, é certo que não haveria um manto limpo, que cobrisse com alvura nossas incertezas. Não quero Glórias incertas ou certas inglórias. Eu quero um pedaço de mim que me faz eu. Eu queroaquilo que não se espera de ninguém...
Um pouco de mais e mais nada seria eu. Tanto pra tão pouco, e o que espero não virá a cavalo, nem tampouco de metrô. Espero a vida que só se inicia na caminhada, pois felicidade é vida. Quem sabe assim o "Eu" se espelha em mim... Pois aí o outro continuará sendo um terceiro.
A palestra da Marina Erthal, ganhadora do programa de televisão - Aprendiz Universitário, vai movimentar Americana. A palestra é realizada pela UNISAL e recebe o apoio da ACIA.
O que começou tímido e recatado agora avança a passos largos e concisos. A criação da Boa Vista Serviços S/A, no ano passado, foi uma nova fase para o mercado de crédito brasileiro, que passou a contar com um novo personagem dentre as empresas de informação comercial. Apesar de uma nova cara, a Boa Vista segue atuando com a mesma seriedade e confiabilidade que o SCPC demonstrou durante mais de 60 anos, porém com perfil mais arrojado e assertivo.
Agora mais um capítulo está sendo escrito no cenário das empresas de informação de crédito. Hoje foi anunciado, oficialmente, que a Boa Vista está assumindo a as operações da Equifax do Brasil, fortalecendo ainda mais o maior Bureau de Crédito do Brasil, o SCPC. Além disso, a Boa Vista é a única rede de informações genuinamente brasileira, o que amplia a confiabilidade nas informações.
Estamos num novo momento da história do mercado de crédito no Brasil... É a história sendo reescrita neste segmento fundamental para toda a economia nacional. Cronologicamente falando podemos citar a criação da Boa Vista Serviços S/A, em seguida a aprovação do tão aclamado Cadastro Positivo e agora esta fusão fantástica entre estas duas grandes empresas. São novos fatos que desenham uma nova projeção para o futuro do mercado de crédito.
Mas o que o mercado ganha com isso? A rede de informações do SCPC, que já era a maior, fica ainda mais consistente. A tecnologia adiquirida com a fusão resultará em grandes benefício como: agilidade e assertividade, além de maior segurança na informação prestada. Estamos falando de 1,2 Milhão de clientes diretos e indiretos, que resultam em mais de 7 Milhões de consultas por dia. São produtos e soluções voltados para análise de crédito, gestão de inadimplência, gestão de carteira e para Marketing e Vendas.
Certamente estamos diante de um novo momento, de uma nova estrutura que será capaz de revolucionar os sistemas de informação para concessão de crédito. A Boa Vista se posiciona, ainda com mais força, como a maior e mais genuína empresa brasileira de informações comerciais, focando fortemente a implantação do recém aprovado Cadastro Positivo. Essa é, sem dúvida alguma, uma ótima notícia para as indústria, para o varejo, prestadoras de serviços, para o mercado e para os cidadãos, que só tendem a ganhar com os resultados desta fusão.
Bom… Resolvi postar esse poema porque, apesar de antiguinho, ele tem se mostrado um tanto quanto atual. Acho que expressa bem um novo velho momento! Espero que gostem… Abraços!
O amor não é perfeito A vida é declínea E o mortuário vem mais cedo Para aqueles que sabem amar Talvez o mundo ainda desconheça As boas sementes O bom terreno E o fertilizante Que fará crescer os bons frutos Provindos do amor.
Mas agora vejo Os olhos que eram cegos Á verdade se abriram De que me vale esta vida Miserável e aflita, Indigna, comuníssima? Se os homens, a cada dia, Tornam-se mais egocêntricos Eu que vivi para os outros viverem. Nesta vida só servi. E o que ganhei!? Noites de insônia Por esta vida errônea.
Mas agora chega! Sonhos nunca mais Planos? Plano funerário Para sepultar meus sonhos, Um lado (Emocional) Que está por perecer. Para o enterro de minhas poesias, Fruto de sonhos que não mais terei. E a sepultura não virá a mim Pois este corpo que me sustenta Tornou-se um jazigo há vários anos Jazigo de meu coração e de minha alma.
Despeço-me da vida hoje, Limeira, 01 de maio de 2002. Deixando como herança A alegria - meu canto, As poesias - meu encanto. Espero que isso seja útil Para jovens que, como eu, Têm existência inútil.
Acaba de ser sepultado Quinca, Mais uma marionete Que se enforcou com seus barbantes.
Fala pessoal… Não costumo postar nesse Blog textos que não são próprios, mas esse merece muito estar aqui hoje. Fala das pessoas, e das pessoas que não sabem ser pessoas também. Acho muito válida a leitura e reflexão! Fiquem a vontade para comentar, argumentar ou criticar. Abraços!
QUINCA
Você é uma pessoa apaixonante!?
Creio ser essencial, antes de qualquer coisa, conceituar esse adjetivo – “apaixonante”. Claro que cada pessoa tem suas próprias referências para considerar uma outra como tal ou não. Porém, algumas características e comportamentos universais costumam definir alguém assim…
De modo que, se você for alegre, bem-humorado, positivo, amigável, bom ouvinte, sincero, leal, carinhoso, atencioso, evitar preconceitos de qualquer ordem e praticar a gentileza, muito provavelmente será considerado uma pessoa apaixonante.
Então, agora, partindo do pressuposto de que sabemos muito bem diferenciar uma pessoa atraente de uma repelente, sugiro uma importante reflexão: você tem se comportado como uma pessoa namorável, encantadora e capaz de corresponder às melhores das intenções de alguém que pretende experimentar um relacionamento maduro? E se sim, tem realmente reconhecido isso tudo em você?
O que tenho observado em muitas pessoas que de fato tem um enorme potencial para serem apaixonantes é que elas simplesmente não se dão conta disso, não acreditam em si mesmas. Não reconhecem o melhor que existe nelas. E assim, relacionam-se como se não fossem merecedoras dessa reciprocidade.
Explico: em contato com o outro, especialmente num encontro afetivo, essas pessoas cuja autoestima encontra-se capenga, criam uma dinâmica que só posso chamar de “miserável”. Comportam-se o tempo todo, como se tivessem de mendigar amor, implorar atenção. Como se precisassem, desesperadamente, do reconhecimento do outro para não morrer de solidão.
E sabe o que é pior? Em geral, não conseguem o que mais querem. A estratégia, de tão pobre, não funciona, porque a gente atrai o que transmite. E se você transmite, mesmo que sem perceber, a ideia de que não é apaixonante, atrairá pessoas que também não são, ou que também não se reconhecem. E ambos seguem alimentando essa dinâmica do “amor miserável”.
Cobram-se cada vez mais, dão-se cada vez menos e ganham, na mesma medida, uma carência cada vez mais profunda. Destroem-se lenta e mutuamente, consumindo suas energias na tentativa de, enfim, merecer mais uma migalha de amor.
Se você quer se livrar de qualquer indício desse tipo de dinâmica e investir, firme e seguramente, num comportamento que lhe garanta a aproximação de pessoas tão especiais quanto você, sugiro que comece a desenvolver um olhar mais autêntico e genuíno para si mesmo. Algo como usar a inteligência para calibrar o coração e, assim, passar a ter pensamentos, sentimentos e ações que lhe rendam aquele amor gostoso que você tanto quer e merece viver. E saiba que pessoas namoráveis e apaixonantes preenchem alguns requisitos básicos:
- Realmente gostam de si, e se tem algum detalhe que lhes desagrada, tratam de aprender a ser e fazer diferente.
- São humildes e muito simpáticas, mas completamente cientes do quanto merecem e, portanto, não aceitam migalhas.
- Não insistem numa relação miserável por mais tempo do que o suficiente para se darem conta de que não é isso que querem.
- Sabem aproveitar sua solteirice, divertir-se com os amigos e fazer valer a máxima “antes só do que mal acompanhado”.
- Transformam as relações que não deram certo em valiosos aprendizados e crescem com as dores, em vez de se fazerem de vítimas e ficarem se lamentando aos quatro cantos.
Enfim, ser uma pessoa namorável, apaixonante e que vale a pena, é resultado de autoconhecimento, amor próprio e muita sensibilidade para se dar conta do que você tem de melhor e, especialmente, do que ainda tem a aprender e amadurecer.
Fala meu povo... Muito tempo sem postar né... Tem um post novinho e atrasado que começa com o vídeo de "A Flor Mais Grande do Mundo" de José Saramago, depois uma poesia sobre o vídeo e um texto final!
Pra quem gosta deste tipo de coisa, acho que ficou legal.
Textos baseados na obra “A flor mais grande do mundo” de José Saramago.
Tema: “E se as histórias feitas para as crianças fossem de leitura obrigatória para os adultos? Seríamos realmente capazes de aprender aquilo que há muito tempo temos ensinado?”
O QUE EU ENTENDO...
Um conto contado a alguém
É um ponto pintado no além...
É um canto encantado por luz...
Um sonho que às vezes reluz.
Mas nunca soubemos ser gente
Ou olhar quem viesse à frente.
Se hoje propagamos desatinos
Até quando teremos destino?
Um pingo de luz, um conto cantado.
Um sonho pintado por um mero lapuz.
Nenhum novo conto se tem esperado...
Nenhuma verdade se deduz
Quando a hipocrisia varonil
Contamina o pensar infantil.
Os versos sintetizam acima o que as palavras tentarão explicar logo abaixo... Seria outra forma de induzir o que penso ou de entender o que quero?
Neste imenso cotidiano, repleto de exemplos maldosos, são inverdades o que mais cultivamos. Contar histórias infantis, de certa forma, seria um feito fácil se mantivéssemos o coração puro e a mente sã. Contudo, analisando além do que queremos olhar, veremos como o ser-humano conseguiu inviabilizar algo que nascera conosco e que deveria ser prática diária – A ternura. Não temos mais paz, porque perdemos a capacidade de praticá-la, e não pela sua extinção, apesar de ser a explicação mais visível.
No começo o homem queria coisas pequenas, mas no fundo não se tratava do que ele queria, mas do quanto... Não bastava viver em grupos, ter comida e água, precisávamos de mais. Não bastava ter roupas e calçados confortáveis, além de poder cultivar nosso próprio alimento, precisávamos lucrar com isso. Não bastava ter dinheiro para alcançar lazer e atenção, precisávamos ter poder, sobre o nosso meio e sobre o meio dos outros também. Sob esta ótica, podemos ver que as histórias infantis continuam as mesmas, mas a ambição e o egoísmo humano nos levaram a interpretar as coisas ao nosso modo, e não como deveriam ser.
João e Maria continuam os mesmos, os interesses é que mudaram... Enquanto antes o que buscavam era aventura e muitos doces, atualmente eles querem é “comer a casa do outro”. A Chapeuzinho Vermelho não quer mais levar os doces pra vovó, ela quer é provocar o Lobo Mau, aquele danadinho... A bruxa má virou meu chefe, minha professora, meu colega de trabalho (- Ah! Aquele puxa sacos...) e até mesmo minha família. Se, nos dias atuais, é assim que vemos as histórias, como poderemos passa-las com os valores corretos? Quando será possível transmitir: Cooperação, compaixão, disciplina, respeito, amor e amizade, dentre tantos outros pilares da civilização?
Sabe... Ainda que os adultos fossem obrigados a ouvir, a ler e a aprender sobre as estórias infantis, estes não seriam mais capazes de tirar bom proveito destas histórias, muito menos colocá-las em prática. É nosso meio de vida que está sendo posto à prova. É meu jeito “sozinho” de “ter” que estão contestando... Não acredito que exista remédio para esta situação. Thiago de Mello, grande poeta, tinha razão em desejar tudo o que escreveu em “Os Estatutos do Homem”, até porque seria talvez uma solução para esse mundo ingrato. Se bem que, ao analisar friamente, daríamos um jeito de transformar este afã da sociedade em outra fábula ou, quem sabe, numa nova falácia, onde entenderemos aquilo que desejarmos e transmitiremos somente aquilo que nos interessar.
Vejamos a discussão atual: Não voto porque é a favor do aborto... Não voto porque é contra o aborto... Não voto porque é comunista (Me expliquem onde existem comunistas no mundo, quem dirá no Brasil)... Não voto porque é do partido da Ditadura... Não se analisam propostas, nem ao menos caráter, mas sim posições puramente filosóficas, religiosas, demagógicas e outras posições sem nenhuma lógica ou coerência.
Não entendo como o povo se limita a indagações tão caóticas quanto as que vejo no dia-a-dia. É temeroso acreditar que o futuro do país está em mãos que nem mesmo sabem pra que servem os cargos políticos, e quando sabem não entendem a importância do processo. Será que nunca teremos um processo eleitoral melhor, mais transparente, mais limpo? São pessoas de todos os lados: falando, contestando, julgando, mas todos sem fundamento, e é isso que me frustra. Se ao menos tivéssemos um povo mais presente, cidadãos de pé no chão e cabeça no lugar... Ao invés disso partidos viram associações criminosas e pessoas de bem se corrompem pelo poder, pelo dinheiro, que sempre vai mais fácil do que entra.
Não sou A, nem B... Nem pássaro, nem operário, como muita gente que conheço. Mesmo assim, muita gente resolveu tomar partido, mas a maioria não sabe o que propaga, dizendo apenas o que ouviu dizer. Isso já virou uma guerra de telefone sem fio, onde pessoas despreparadas, ignorantes e muitas vezes alienadas passaram a defender um ou outro, mas sem conhecimento de causa... Sem ao menos conhecimento de história, o que é mais grave.
Não imagino um mundo melhor, por mais que eu tente construí-lo... Mas espero um mundo mais inteligente, mais centrado e mais sensível às reais necessidades de mudança. Chega de tanta gente batendo no peito e se achando mais, se achando muito... Quero pessoas que gritem seu nome, sem medo de tomar partido, desde que seja consciente. De gente morna, ignorante e medroza esse país já está cheio. É de pessoas humanas que o Brasil precisa, pois pra “seres” (des)humanos não há mais vagas.
Algumas coisas me intrigam... Uma delas é o alto índice de violância cometida a clientes de instituições financeiras. É tão recorrente que não sai dos periódicos da cidade de Limeira, chegando a irritar aqueles que, como eu, detestam ineficiência, pra não chamarmos de incompetência. Em Limeira, as famosas “saidinhas bancárias”, já renderam um prejuízo superior a R$320,000,00 às vítimas desta prática, isso em apenas seis meses (Informação dada pelo Jornal de Limeira conforme link ao fim do texto). Isso fora diversos outros bens que foram levados, e sem falar em outras formas de prejuízos imateriais e futuros, haja vista os valores que integram esta ação delituosa.
Por conta da recorrência nesta modalidade de crime, temos presenciado diversas atitudes para minimizar este impacto, conforme consta na reportagem de Murilo Biagioli e Ivan Costa, tais como divisórias em frente aos caixas, proibição de uso do celular dentro de agências bancárias e transferência dos estacionamentos para motocicletas. Contudo, não vejo atitudes realmente necessárias. Ninguém fala em reforço no policiamento da cidade, pois nestes casos a presença de um policiamento ostensivo é de suma importância. Além disso, não acredito que deixar de estacionarem motocicletas em frente aos bancos vão reduzir este índice, pois bandido não fica estacionado na frente do local do crime, e sim à espreita. Proibição de uso de celulares dentro das agências, no atual estágio tecnológico em que vivemos, é quase uma piada. Quem sabe não vão propor cadastro fotográfico para aqueles que precisarem de um banco, como quiseram fazer com as casas noturnas...
Não acredito em transferência de responsabilidade nestes casos. Quem era pra fazer não o faz, e isso é fato. A polícia não protege porque falta estrutura. As leis não são bem feitas porque falta competência. A justiça não pune porque faltam reformas no sistema jurídico nacional. E o povo, a verdadeira vítima, não consegue mudar porque falta educação. Gostaria realmente de saber o que faria um cidadão com 32 Mil Reais em espécie andando pelas ruas... Não consigo pensar em pessoas com mais de R$1.000,00 em dinheiro andando por aí quando se pode fazer tranferências pela internet, por meio de DOC’s e TED’s, isso sem falar em Cheques Administrativos. Porque ninguém divulga essas coisas além dos bancos? Porque se restringe tanto, quando educar mais já mudaria muitas coisas?
Não acredito em erradicação dos problemas, principalmente quando se trata da violência, mas não posso admitir que o medo nos prenda dentro de casa por falta de competência para governar, para executar, para legislar e para fiscalizar. É inadmissível que falsas propostas sejam aplicadas para tapar o sol com a peneira, quando o que precisamos de verdade é de gente séria, honesta e corajosa para enfrentar de peito aberto as dores do povo.
Ano eleitoral... Circos armados, gente nas ruas, "bons" candidatos (ao menos em palanques e na oratória), filmes de gente política, declarações caluniosas, ou seja, as mesmas batalhas pelo poder do povo, que pode não ser incontestável, mas que é no mínimo soberano. É a mesma festa incoerente e dissimulada que ocorre bienalmente, e que só não compete com carnaval, pois este ocorre de ano em ano. De qualquer forma, temos a certeza que mais uma guerra se inicia... O objetivo é o mesmo, os personagens também, e como em toda guerra que se preze, quem sofre as consequências é o povo!
- "É a maior conquista da soberania popular!", dizem os Democratas a despeito do Sufrágio Universal (direito de votar e ser votado), porém vale ressantar a indiscutível obrigatoriedade do voto, colocando em cheque sua classificação como um direito, e tranformando-o em mero dever do povo.
Contudo, não tratarei de pormenores, como termos políticos ou discussões jurídicas acerca do tema, mas venho prezar pela maior, pra não dizer única, arma do povo diante deste circo dos horrores que é a política em nosso país. É descabido aceitarmos de braços cruzados que políticos sem caráter, bandidos, e canalhas se apoderem de nosso soberano poder. Sendo assim, não usarmos nossa única arma em épocas de eleição é entregar de bandeja nosso dinheiro, nosso suor, nossas batalhas e nossa dignidade para essa corja de cafajestes. Poucos são os políticos que merecem voto, mas precisamos ir em busca dessas pessoas, pois acreditar que eles não existem é abandonar a esperança, único conforto que nos resta...
Não venho defender este ou aquele político, e não quero apresentar um ou outro partido, mas é meu dever como cidadão, como pai e como gente contribuir para que a cidadania se fortaleça em nossa democracia. É muito comum nessa época que se veiculem pela internet os famosos "Hoax", ou pulhas virtuais, incentivando o voto nulo como forma de indignação e como ferramenta para substituição de candidatos. Isto, além de ser uma tremenda mentira, ainda limita nosso poder de escolha, deixando a decisão para poucos, normalmente interessados.
Não confundam voto nulo com eleição ou votação nula. Procurem se informar, pois vivemos na era da informação. A internet ajuda, amplia, cria cultura e até incentiva, mas com o mesmo poder com que executa, destrói e aliena as pessoas. Não sejam reféns de suas inseguranças e de sua ignorância pela falta de informações. Não cruzem os braços quando mais se precisa de operários.
Em tempos de guerra, o silêncio não serve como arma. Quem não toma partido obedece a ditadura dos que escolhem, submetendo-se ao que não gostaria e sem a dignidade de quem lutou por dias melhores... Sem a chance de dizer que tentou...
De um verso inanimado, reanimo as virtudes de um novo começo... É a vida por traz da morte, o prazer por meio da sorte e o canto fulgaz de quem é forte. Minhas maneiras de ver o mundo, mil maneiras por sinal, me recolocam a frente de mim mesmo, onvindo de tudo um pouco, mas pouco do muito que espero...
Sem voz, me via assustado e incoerentemente gritando, porém só. Era uma época cinza de maus tempos e com poucas atitudes. Num súbito suspiro sincero, revejo as formas que me puseram abaixo num piscar de olhos. Estas formas desvairadas foram capazes de me remeter a alguem desconhecido, cuja saudade é mínima. Fui um pouco feliz em todos os aspectos, mas pouco feliz do muito que espero pra mim...
Um ser apático, metódico e pouco sociável... Achei duras as minha lamúrias, mas gélidas as minhas vontades nesse lúgubre período de tempo. Não havia em mim uma molécula sequer que não buscasse outra forma de viver. Foi muito do pouco tempo que tive, mas pouco do muito tempo que espero ter...
Busco agora um novo instante, uma nova forma e um novo ser. Alguém capaz de inovar paulatinamente numa vida repleta de velhos vícios e incertezas. As animosidades, antes etéreas, agora se transformam em pequenos paradigmas prestes a deixarem de existir... Percorro um simples caminho, o da certeza... da realidade absoluta e paupável, deixando de lado aquela longa e abstrata auto-estrada das quimeras. Tenho de tudo um pouco, mas pouco do muito que preciso!!!
Sem demagogia, despeito ou vaidades, procuro vicissitudes que serão capazes de trazer a este ser errante, e inconsistente, os anseios necessário pra continuar tentando. Confundo-me no deleite de meus versos, haja vista esta busca irrefragável por um novo Quinca... Um novo alguém capaz de lutar pelo esquecimento de tudo um pouco, nem que seja pouco do muito que desdenho...
Adormeço sem jeito, tal qual um despeito daquilo que aceito... É um novo preceito para quem desconhece o que deixou de ser feito...
São versos insanos estes... Mas traduzem de Tudo um Pouco, ainda que seja um Pouco do Muito que tenho...
To meio sumido, eu sei... Muita correria por aqui e pouco tempo para postar novos assuntos... De qualquer forma, logo eu volto e prometo postar com mais frequência...
Enquanto isso, deixo a vocês uma musiquinha do Caetano... Rssss... A essa altura não poderia ser outra né!!! Abraços a todos!